Se ontem fiquei com uma impressão ruim do lugar, hoje saí de lá com sensação de ter vivido outra passagem única. O clima frio, aquela luz bonita de inverno, uma multidão organizada e extremamente educada me lembrou até os melhores festivais gringos. Embora fôssemos os únicos brancos na quebrada, fomos muito bem recebidos. Todo mundo sorria, queria tirar foto ou simplesmente perguntar de onde a gente era. E quando a resposta é Brasil, já somos todos íntimos.
Na hora do gol eu vibrei como se fosse um gol do Corinthians na final, e fui abraçado por quem estava em volta, como costuma acontecer no Pacaembu. O Felipe e o Pedro viram do melhor lugar do estádio, mas eu não trocaria jamais pelo melhor lugar do mundo para assistir ao primeiro jogo do time da casa em território africano.

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